Antecipar o futuro com dados
Os padrões históricos são usados para fazer uma estimativa fundamentada do que poderá acontecer a seguir.
Planeie rotas com base na capacidade, nas tarefas e nas restrições operacionais.
O planeamento manual de rotas torna-se complexo quando as tarefas e a disponibilidade mudam. Isso pode resultar em quilómetros desnecessários ou planos difíceis de executar. A otimização de rotas compara percursos possíveis tendo em conta requisitos e preferências definidos.
A aplicação só ganha sentido quando se adequa a uma tarefa concreta e à informação disponível para a realizar.
A abordagem escolhida depende dos dados disponíveis e da realidade operacional. Por isso, definimos antecipadamente o que a solução deve e não deve fazer, como será verificado o resultado e quem continua a ser responsável.
Os padrões históricos são usados para fazer uma estimativa fundamentada do que poderá acontecer a seguir.
O resultado ajuda os colaboradores a avaliar as necessidades futuras de capacidade, stock ou manutenção.
As previsões são testadas e continuam a ser uma ferramenta de apoio à tomada de decisões.
Definimos o que vamos prever e com que antecedência.
Avaliamos a qualidade e o potencial preditivo dos dados históricos.
Começamos com um método simples e comparamos o desempenho.
Testamos as previsões face a períodos históricos e analisamo-las com especialistas.
Integramos os resultados no processo e acompanhamos o desempenho do modelo.
Este serviço é relevante para organizações dos setores da mobilidade, dos serviços e da logística. A configuração concreta depende do processo, dos dados disponíveis e dos riscos associados à aplicação.
Por isso, começamos com uma aplicação bem delimitada e só a alargamos quando a configuração inicial funciona na prática.
Este serviço responde ao seguinte desafio: a otimização de rotas compara rotas possíveis segundo requisitos e preferências definidos. O funcionamento concreto depende do processo e dos dados disponíveis.
O serviço pode ser relevante para organizações das áreas da mobilidade, dos serviços e da logística. Uma necessidade concreta e informações utilizáveis são mais importantes do que a dimensão da organização.
Depende da aplicação escolhida. Começamos pela questão a que é preciso dar resposta e depois determinamos que dados ou fontes são necessários e adequados.
Não. Para tarefas fixas e previsíveis, a automatização convencional pode ser suficiente. Escolhemos a abordagem mais simples que responda bem ao desafio e só acrescentamos complexidade quando necessário.
Delimitamos a aplicação, validamos os resultados com os utilizadores e estabelecemos controlos adequados. Após a entrada em funcionamento, acompanhamos o desempenho e ajustamos a solução quando os dados, a utilização ou o contexto mudam.
Quer explorar onde faz sentido começar com a otimização de rotas? Em conjunto, analisamos o desafio, a informação disponível e as condicionantes.