O Databricks funciona em Azure, AWS e Google Cloud, e a escolha depende normalmente da cloud que já utiliza. Com classic compute, os clusters funcionam na sua própria conta cloud; com serverless compute, o Databricks faz a gestão, na mesma região que a sua workspace. Tenha atenção às regiões: o Unity Catalog tem uma metastore por região e a lineage não atravessa fronteiras regionais.
O Databricks é adequado quando existem muitas fontes e grandes volumes de dados, para equipas que trabalham com Python e Spark e para modelos em produção com controlo de versões e monitorização. Se procura sobretudo uma plataforma única centrada no Power BI, com pouca gestão de infraestrutura, conheça a nossa abordagem à implementação do Microsoft Fabric. Também é possível combinar as duas plataformas: o Fabric pode espelhar o catálogo do Azure Databricks, permitindo ao Power BI ler as tabelas gold sem as copiar.
Para a GVB, criámos no Databricks um workflow de MLOps com templates reutilizáveis, para que um modelo de segmentação do comportamento de viagem funcione em produção e possa ser mantido. Para a Fokker Services Group, reunimos fontes de dados dispersas numa plataforma Databricks em Azure, para uma ferramenta de planeamento que prevê quando é necessária manutenção.